18/02/2015

Nosso carnaval...


Enquanto muitos bebiam e enchiam a cara, ou desfilavam no carnaval pelas avenidas desse país carnavalesco bobo. Eu estava com meu carinha... Isso mesmo, meu carinha!

A intensão era assistirmos a um filme juntos. Eu estava ansiosa, louca para vê-lo, abraça-lo e beijá-lo. Mas, quando ele veio me buscar, eu só queria uma coisa: ficar colada nele, e foi isso que eu fiz.

Fiquei com os braços envoltos nele o tempo todo. Mas...

Bom, não posso dizer que assisti ao filme, quando sentei no sofá, agarrada a ele, caí no sono, apaguei total. Só vim a acordar, por causa de um barulho horrível. Acordei, ao pular do sofá e perguntei assustada, “onde eu estava?”. Ele, sempre bem-humorado, sorriu e pediu que eu ficasse calma, não demorei muito a entender o que tinha acontecido, na verdade, a TV havia queimado, enquanto víamos (ele via, eu dormia) ao filme.

Fomos terminar de ver ao filme no quarto dele, conversamos, fizemos cócegas um no outro, rimos, nos beijamos (muito!!!), e falamos sobre nós. Percebi que desconversou sobre a viagem que fará em breve e isso me deixou intrigada.

Lembramos do carnaval do ano passado, também passamos juntos, mas numa situação totalmente diferente, pois não havia nada entre nós, na verdade havia outras pessoas em nossas vidas e ainda rolou uma situação de estresse entre conhecidos nossos. Enfim...

Nos olhamos nos olhos por horas, é tão normal olhá-lo nos olhos, é quase uma terapia, , é bom, me acalma, me tranquiliza, me deixa “zen”. Ele tem a incrível mania de acariciar meu rosto feio e eu amo tocar seu belo rosto.

Ele foi me deixar em casa, e repeti inúmeras vezes que gostava dele. Queria que ele não esquecesse isso. O beijei e desci do carro. Mas, minha vontade era nunca me separar dele.

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